INDÍGENAS VISITAM ILHA DO CAMPECHE

INDÍGENAS VISITAM ILHA DO CAMPECHE

Atividade busca contribuir no fortalecimento da identidade cultural e resgate histórico dos povos indígenas

Um grupo de 38 indígenas das dez aldeias que fazem parte do Componente Indígena do Plano Básico Ambiental (PBA) do Contorno Viário de Florianópolis visitou na quarta-feira, 3 de abril, a Ilha do Campeche, em Florianópolis. Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Ilha é considerada Patrimônio Arqueológico e Paisagístico Nacional e possui a maior concentração de oficinas líticas e gravuras rupestres do litoral brasileiro.

A atividade é uma das ações previstas no Componente Indígena e consiste na organização de visitas em locais de relevância que tenham vestígios rupestres em Santa Catarina. Outras duas atividades semelhantes já foram realizadas, uma no Museu Arqueológico ao Ar Livre do Costão do Santinho, também em Florianópolis, e outra no Museu Arqueológico de Sambaqui, de Joinville.

“O objetivo de atividades como esta é fornecer subsídios para que os indígenas fortaleçam sua identidade cultural por meio de ações que propiciem o resgate histórico de ocupação dos seus povos”, explica Daniela Bussmann, Coordenadora Ambiental da Arteris Litoral Sul.

A escolha dos membros das aldeias que participam das visitas é feita pelas próprias lideranças indígenas, buscando indicar aqueles que possam agir como agentes multiplicadores de informações, repassando dentro das aldeias os conhecimentos obtidos nas atividades.

O Componente Indígena do Plano Básico Ambiental (CI-PBA) é um programa integrante do processo de Licenciamento Ambiental do Contorno Viário de Florianópolis como medida de mitigação e compensação exigida pelo licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e pela Fundação Nacional do Índio (Funai).

Compreende *10 comunidades indígenas da região da Grande Florianópolis. As medidas que estão sendo colocadas em prática têm o objetivo de evitar, reduzir e compensar impactos socioambientais da implantação e operação da nova rodovia sobre estas comunidades indígenas na área de influência do empreendimento.

* Áreas indígenas que compõem o CI-PBA: M’biguaçu, Morro dos Cavalos, Amaral, Itanhaém, Massiambu, Praia de Fora , Cambirela, Amâncio, Canelinha e Praia de Fora 1.

 

CULTURA INDÍGENA É TEMA DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO CONTORNO VIÁRIO EM 2019

CULTURA INDÍGENA É TEMA DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO CONTORNO VIÁRIO EM 2019

Planejamento foi definido com as Secretarias Municipais de Educação do entorno das obras. Dez escolas serão contempladas.

A equipe de Educação Ambiental do Contorno Viário de Florianópolis reuniu-se com as Secretarias Municipais de Educação de Governador Celso Ramos, Biguaçu, São José e Palhoça para apresentar os resultados obtidos em 2018 e definir o planejamento de ações para 2019. No último ano, cerca de três mil pessoas foram alcançadas pelas ações promovidas pela Arteris Litoral Sul, responsável pelas obras. O público é formado por professores, alunos e pais de escolas da região afetada, além de moradores do entorno.

Em 2019, o Programa de Educação Ambiental terá como temática central a Cultura Indígena e os Povos Tradicionais do Brasil. As ações serão desenvolvidas em dez unidades de ensino. São previstas oficinas e campanhas de conscientização, além de eventos de premiação como reconhecimento a boas práticas. A estimativa é que o público alcançado seja de quase quatro mil pessoas.

O Programa é desenvolvido desde 2014 e provoca mudanças no comportamento do público alvo em relação ao meio ambiente. “As ações desenvolvidas até hoje já nos mostraram uma considerável mudança, principalmente no que se refere à conscientização sobre separação e reaproveitamento de resíduos. Tivemos projetos muito positivos: transformação de geladeira em “Geladeiroteca”, para expor livros em sala de aula, construção de “Sofá Ecológico” com garrafas PET e uma escola que implantou a coleta seletiva buscando também ser ponto de coleta da comunidade”, comenta a Coordenadora de Meio Ambiente da Arteris Litoral Sul, Daniela Bussmann.

Outro resultado apontado por Daniela é a aproximação entre os temas abordados pela educação ambiental e os conteúdos trabalhados pelas escolas dentro e fora de sala de aula. “As mostras pedagógicas e as Feiras de Ciências vêm demonstrando, a cada ano, uma maior interface entre os temas abordados pela Educação Ambiental e as atividades curriculares”.

Confira as escolas que serão contempladas com as ações em 2019:

Em Governador Celso Ramos: E.M.P. Miguel Pedro dos Santos e E.M.P. Alaíde da Silva Mafra

Em Biguaçu: E. B. M. P. Manoel Roldão e G. E. M. P. Celina Dias da Cunha

Em São José: C. E. M. Santa Ana, E. E. F. Califórnia e C. E. M. Santa Terezinha

Em Palhoça: E. R. P. Daniel Carlos Weingartner, G. E. Prof. Najla Carone Guedert e E. Reunida Manoel da Silva

SÍTIO ARQUEOLÓGICO É RESGATADO NO CANTEIRO DE OBRAS DO CONTORNO VIÁRIO DE FLORIANÓPOLIS EM BIGUAÇU

SÍTIO ARQUEOLÓGICO É RESGATADO NO CANTEIRO DE OBRAS DO CONTORNO VIÁRIO DE FLORIANÓPOLIS EM BIGUAÇU

Descoberta de artefatos possivelmente pré-históricos no trecho de Biguaçu foi realizada pela equipe de monitoramento arqueológico da Arteris Litoral Sul

A descoberta de artefatos em pedra, como lascas e pontas de flecha, identificados pela equipe de monitoramento arqueológico da Arteris Litoral Sul, chamou a atenção para a riqueza pré-histórica encontrada em pleno canteiro de obras do Contorno Viário da Grande Florianópolis, no trecho de Biguaçu. Foram coletadas 105 peças em duas áreas mapeadas e monitoradas pela equipe responsável. Foi o segundo trabalho de salvamento arqueológico realizado desde que as obras do Contorno tiveram início. O primeiro ocorreu na região da Pedra Branca, em Palhoça, e resultou na coleta de 130 peças.

O monitoramento arqueológico das obras do Contorno é realizado de forma permanente em áreas com potencial presença de sítios arqueológicos, identificados ainda durante a realização do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) do empreendimento. Antes mesmo do início das obras, na fase de execução do EIA, já haviam sido identificados e resgatados cinco sítios arqueológicos no trajeto.

Segundo a bióloga Daniela Bussmann, coordenadora de Meio Ambiente da Litoral Sul, os arqueólogos envolvidos na construção do Contorno acompanham todas as fases da obra. “Desde antes da supressão até o início das obras, os trechos são minuciosamente monitorados e, se constatada a presença de um sítio arqueológico no local, são iniciados os trâmites para o salvamento, como no caso deste sítio em Biguaçu”, explica. A bióloga ainda complementa que o trabalho se concentra na área delimitada pelos arqueólogos, sem que haja comprometimento do cronograma das obras da rodovia.

O projeto para a execução do salvamento foi encaminhado para apreciação do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), órgão federal responsável pela preservação do patrimônio cultural nacional. Com a autorização do IPHAN em mãos, o trabalho de campo foi realizado entre os meses de dezembro e janeiro. O salvamento do sítio envolveu sete arqueólogos do Grupo de Pesquisa em Educação Patrimonial e Arqueologia (Grupep) da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), contratada pela Arteris Litoral Sul para a execução dos trabalhos. Além disso, alunos dos cursos de História, Geografia e Biologia da universidade são convidados a participar das atividades de campo, como forma pedagógica para entenderem o processo de resgate arqueológico.

Materiais coletados remontam a períodos pré-históricos

Conforme explica um dos coordenadores do resgate do sítio em Biguaçu, o arqueólogo Geovan Martins Guimarães, os artefatos encontrados estão ligados à presença de grupos pré-históricos portadores da tradição de produção artefatual Umbu, cujos registros oficiais, em Santa Catarina, datam de 12 mil anos atrás. Eles são conhecidos como povos pré-históricos que adentraram o território catarinense pela região do Vale do Rio Uruguai, pré-ceramistas – anteriores à descoberta da cerâmica – e tidos como os ancestrais mais antigos que se tem conhecimento no Estado. Devido ao meio que utilizavam para sobreviver, foram denominados como caçadores-coletores.

Geovan ainda explica que os povos caçadores-coletores não se fixavam em um único local, mantinham uma vida itinerante, circulando por um território maior em busca de novas possibilidades de caça de animais, coleta de frutos e áreas para extração de matéria-prima para a produção de artefatos, além de organizarem-se em pequenos grupos. “Estamos na fase de análise dos artefatos achados para termos maior precisão de a qual período pertenceram”, completa Geovan.

Como é feito o trabalho

O sítio arqueológico resgatado foi identificado em uma área de aproximadamente um hectare no bairro Rússia, em Biguaçu, e é composto por duas áreas de concentração de materiais. Foram aplicadas metodologias de pesquisa consolidadas para escavação arqueológica, como quadriculamento, decapagem, peneiramento, identificação, documentação e registros in loco dos artefatos descobertos. Após o trabalho de campo, com a documentação e resgate de artefatos, o estudo passa para a parte laboratorial, com a análise tecno-tipológica das peças e datação em carbono 14. Ao final do processo, as peças passarão a compor o acervo do Grupep da UNISUL.

ESCOLAS DE PALHOÇA RECEBERÃO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL DO CONTORNO VIÁRIO

ESCOLAS DE PALHOÇA RECEBERÃO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL DO CONTORNO VIÁRIO

Mais de três mil alunos e 400 professores já foram contemplados com as ações de conscientização sobre patrimônio cultural e arqueológico

Duas escolas do município de Palhoça receberão em 2019 as ações do Programa de Educação Patrimonial do Contorno Viário de Florianópolis. Estima-se que 130 estudantes sejam alcançados pelas atividades. Desde o início do Programa, em 2014, doze escolas foram atendidas nos municípios de Governador Celso Ramos, Biguaçu, São José e Palhoça, envolvendo um total de 3.187 alunos e 472 professores. O objetivo é estimular a reflexão sobre o patrimônio cultural e arqueológico da Grande Florianópolis e, consequentemente, seu reconhecimento e valorização.

As ações realizadas vão desde aulas expositivas até oficinas práticas e abordam temas como pesquisa arqueológica, arqueologia regional de Santa Catarina, patrimônio cultural material e imaterial, povos indígenas, entre outros. Em 2019, é prevista uma intensificação das atividades práticas, como oficinas de cerâmica, pigmentos tradicionais indígenas e inventário cultural, que poderá abordar temas relacionados a comidas, lendas ou rezas locais. As escolas atendidas serão definidas pela Secretaria Municipal de Educação.

Antes de iniciar a execução das atividades, os alunos são convidados a confeccionarem desenhos sobre a temática, para que a equipe responsável possa avaliar o grau de conhecimento prévio que eles têm sobre o assunto e considerar isso no desenvolvimento das ações. Ao final do ano, os alunos elaboram um novo desenho e a comparação dos trabalhos é um dos instrumentos de avaliação sobre a compreensão e apropriação dos temas abordados.

Daniela Bussmann, Coordenadora Ambiental da Arteris Litoral Sul, empresa responsável pelas obras do Contorno Viário, aponta que a mudança de postura nos educandos e docentes já atendidos pelo Programa é perceptível e corresponde às expectativas da empresa. “Os estudantes passam a observar o patrimônio não somente como algo físico e sem valor, mas como parte de sua história, algo que precisa ser preservado, valorizado e divulgado. Os docentes, por sua vez, passam a utilizar em sala de aula os materiais cedidos pelos educadores patrimoniais, como forma de continuar o processo de conscientização dos educandos, e assimilam diversas estratégias que podem ser utilizadas em suas disciplinas para que a abordagem da Educação Patrimonial nas escolas seja efetiva e permanente”, ressalta.

 

NOVA EDIÇÃO DO JORNAL DA OBRA JÁ ESTÁ DISPONÍVEL

NOVA EDIÇÃO DO JORNAL DA OBRA JÁ ESTÁ DISPONÍVEL

A 16ª edição do Jornal da Obra, informativo que traz notícias sobre o andamento da implantação do Contorno Viário de Florianópolis e dos programas ambientais em desenvolvimento, começará a ser distribuída em breve aos vizinhos do empreendimento. Porém, a versão online do jornal já está disponível e pode ser conferida aqui no site, na parte de Publicações.

Nesta edição, entre os destaques estão o acompanhamento das 11 obras de arte em implantação ao longo do Contorno e a conquista dos 3 milhões de horas sem acidentes com afastamento. Não deixe de conferir.

ALERTA: É PROIBIDO TRAFEGAR SEM AUTORIZAÇÃO NAS PISTAS EM CONSTRUÇÃO DO CONTORNO DE FLORIANÓPOLIS

ALERTA: É PROIBIDO TRAFEGAR SEM AUTORIZAÇÃO NAS PISTAS EM CONSTRUÇÃO DO CONTORNO DE FLORIANÓPOLIS

A restrição é uma medida de segurança e estende-se a pedestres, ciclistas, motocicletas, veículos de pequeno porte e caminhões.

A Arteris Litoral Sul informa que é terminantemente proibido o acesso às obras do Contorno Viário de Florianópolis. A Concessionária esclarece que, apesar de ser uma obra de rodovia pública, o Contorno ainda não está liberado para operação e, desta maneira, não há segurança adequada para usuários nesta fase de obras (mesmo nos trechos mais avançados onde já existe a pavimentação asfáltica). No local das obras, são autorizados apenas veículos e pessoas que atuam na construção do Contorno, pois são capacitados por treinamentos de segurança e utilizam equipamentos de proteção individual e coletiva.

TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO CONTORNO SÃO PREMIADOS

TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO CONTORNO SÃO PREMIADOS

Premiação ocorre todos os anos e celebra o melhor trabalho desenvolvido por turma que recebeu a educação ambiental do Contorno

O Grupo Escolar Najla Carone Guedert, de Palhoça, e o CEM Santa Terezinha, de sãoJosé, foram os vencedores do melhor projeto de Educação Ambiental desenvolvido em 2017. A ideia é incentivar as escolas e estudantes a criarem ações criativas que envolvem o que foi trabalhado em sala de aula.

A premiação deste ano foi um passeio educativo na trilha do Centro de Visitantes do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.  Os alunos das turmas vencedoras de cada escola puderam fazer a trilha acompanhada de uma guia, conheceram as pesquisas que são desenvolvidas no local e as espécies de plantas e animais da Mata Atlântica.

A professora do Grupo Escola Najla Guedert, Graziela Cardoso, afirma que a premiação e as atividades ao longo do ano deixaram os alunos muito empolgados. “Com o trabalho de Educação Ambiental, muda a rotina das atividades e eles ficam mais motivados, empenhados e gostam de fazer a diferença. O trabalho da Litoral Sul é diferenciado, pois envolve não só os alunos, mas a comunidade e as famílias. O assunto na escola por um bom tempo será este passeio”, afirmou.

Para os pequenos, o passeio foi cheio de novidades: “Gostei muito de ver as antas. Nesse passeio a gente consegue ver a natureza de perto”, disse Isabele da Silva Coelho, 8 anos”. “Muito legal, porque hoje aprendemos sobre as árvores daqui e também que são feitas pesquisas sobre os animais”, lembrou Vitor Hugo Farias, 9 anos, ambos  da escola de Palhoça.

LITORAL SUL PARTICIPA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE MOBILIDADE DE PALHOÇA

LITORAL SUL PARTICIPA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE MOBILIDADE DE PALHOÇA

Diretor e equipe técnica da concessionária apresentaram soluções possíveis para melhoria do tráfego, além de atualização do andamento das obras do Contorno

A Câmara de Vereadores de Palhoça promoveu em novembro uma Audiência Pública sobre a mobilidade urbana do município e convidou, além da diretoria, uma equipe técnica da Arteris Litoral para participação no evento. Durante audiência, a concessionária apresentou os projetos em andamento – entre os aprovados e em fase de prospecção junto à ANTT – para contribuição na melhoria do tráfego na região do município, em especial no cabe à responsabilidade da Litoral Sul.

Além do detalhamento das obras previstas para a BR-101, foram repassadas informações sobre o andamento do Contorno, cujas obras já receberam investimentos de quase R$ 1 bilhão e têm hoje cerca de 800 profissionais trabalhando em 70% do trecho compreendido pela nova rodovia.

Para o Diretor Superintendente da Litoral Sul, André Bianchi,  a Transparência e o Diálogo são a melhor forma para vencermos esse desafio da Mobilidade na BR-101 na região de Palhoça. “Temos vários projetos, entre eles o Contorno Viário, a Terceira Faixa e diversas obras nas marginais da BR”.

COMITIVA DO GPT VISITA OBRAS DO CONTORNO

COMITIVA DO GPT VISITA OBRAS DO CONTORNO

Representantes do Grupo Paritário de Trabalho do Lote 7 (GPT) da BR-101 visitaram as obras do Contorno e puderam acompanhar o avanço da implantação da rodovia

Um grupo de 20 pessoas, representantes de entidades que formam o Grupo Paritário de Trabalho do Lote 7 da BR-101/376 (GPT), esteve nas obras do Contorno Viário de Florianópolis no último dia 30 de outubro para acompanhar o avanço do empreendimento e visitar trechos em implantação. A atividade fez parte da reunião periódica do GPT, que usualmente acontece em Joinville.

O encontro começou com uma apresentação técnica do atual avanço da obra, feita pelo Superintendente de Investimentos do Contorno, Marcelo Módolo, que explicou os dados gerais da obra atualmente e detalhou as atividades nos 34,4 quilômetros que estão em andamento, entre os 50 quilômetros totais da obra. “Tivemos a oportunidade de explicar detalhes que só são possíveis pessoalmente. Como é um grupo de importantes entidades, o resultado da visita técnica será a multiplicação de informações”, destaca Marcelo Módolo,

Depois de apresentar detalhes das obras, a comitiva fez uma visita de campo para conhecer as frentes principais de trabalho, transitando em trechos já prontos e outros ainda em fase de terraplanagem, entre os municípios de São José e Biguaçu.

Os Grupos Paritários de Trabalho – GPTs foram instituídos, no âmbito das concessões Rodoviárias administradas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e entre as entidades que integram o GPT da BR-101 estão a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Arteris Litoral Sul (concessionária do trecho), ANTT (poder concedente), FIESC, CREA-SC, CREA-PR, FETRANSPAR, FETRANSESC, SINDICAM-SC, SINDICOMBUSTÍVEIS-PR, SINCOMBUSTÍVEIS-SC, AMUNESC, COMDES, SINDIPETRO e AURESC.

TRABALHADORES DO CONTORNO PARTICIPAM DE OFICINA DE INDIGENISMO

TRABALHADORES DO CONTORNO PARTICIPAM DE OFICINA DE INDIGENISMO

Atividade é destinada aos trabalhadores da obra, incluindo encarregados e engenheiros e faz parte do Subprograma de Comunicação Social do Componente Indígena do Plano Básico Ambiental do Contorno Rodoviário de Florianópolis

No dia 15 de outubro, 25 trabalhadores do Contorno que estão atuando nas melhorias dos acessos das aldeias indígenas vizinhas das obras da nova rodovia participaram de uma Oficina de Indigenismo, atividade prevista no Subprograma de Comunicação Social do Componente Indígena do Plano Básico Ambiental do Contorno Rodoviário de Florianópolis. A ação é destinada aos trabalhadores da obra, incluindo encarregados e engenheiros.

O evento teve início com a exibição do vídeo “Equívoco 1: os índios estão acabando”, da série “Índio Presente”, do canal TV Futura (http://www.futuraplay.org/serie/indio-presente/), sobre a falsa ideia de que os povos indígenas já não mais existem no Brasil.  Na segunda parte da atividade, o monitor de comunicação da aldeia de Itanhaém, Afonso Mendes, compartilhou  com os presentes um pouco da realidade e do modo de vida Guarani. Os presentes fizeram perguntas sobre dúvidas e curiosidades, destacando as transformações que aconteceram ao longo dos últimos séculos não só no jeito de ser indígena como também do não indígena.

Ao todo, estão previstas oito oficinas sobre indigenismo voltada aos trabalhadores durante o período de obras e, com a atividade do dia 15 de outubro, foram realizadas quatro até o momento. Além disso, está em fase de produção um livreto sobre a temática indígena destinado aos trabalhadores. Os trabalhadores se mostraram receptivos à atividade e atentos durante a exibição do vídeo e conversa com o monitor indígena de Comunicação.