TRABALHADORES DO CONTORNO PARTICIPAM DA 18ª EDIÇÃO DA CAMPANHA DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

TRABALHADORES DO CONTORNO PARTICIPAM DA 18ª EDIÇÃO DA CAMPANHA DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Programa voltado aos trabalhadores do Contorno inicia 2020 com tema relevante para o dia a dia da obra

Mais de 900 trabalhadores dos canteiros de obras do Contorno Viário de Florianópolis participaram, nos dias 17, 18 e 20 de janeiro, da 18ª edição da campanha do Programa de Educação Ambiental (PEAT). A programação, que é realizada de dois em dois meses, traz diferentes temáticas aos colaboradores. Dessa vez, o tema abordado foi “Processos erosivos e formas de controle”, em que foram abordados assuntos relacionados à erosão, suas causas e consequências, e quais são as medidas de controle.

Os trabalhadores receberam orientações sobre o tema e puderam visualizar como se dá um processo erosivo através de um simulador de erosão, verificando por meio da ferramenta a importância da cobertura vegetal como medida de prevenção desse processo. Além disso, todos também receberam cartilhas educativas.

Os participantes evidenciaram que é muito importante que existam ações como essas para que todos possam estar conscientes dos impactos que podem ser causados no meio ambiente por meio das atitudes humanas. “O meio ambiente é muito importante. Então, devemos sempre nos preocupar independente do trabalho que estamos fazendo. Devemos sempre ter isso em nossas vidas e em nosso dia-a-dia”, declarou Daniela Gomes, sinaleira nas obras do Contorno Viário de Florianópolis.

Para a coordenadora de Meio Ambiente, Daniela Bussmann, a temática escolhida para a primeira campanha de 2020 é relevante para que todos tenham conhecimento dos processos que envolvem o Meio Ambiente em obras como o Contorno. “As campanhas do PEAT possibilitam uma conscientização mais ampla de tudo que envolve o meio ambiente. O conhecimento que esses colaboradores recebem durante os treinamentos ajudam a minimizar os impactos nos locais de obras e, além disso, também são repassados para familiares e colegas, o que acaba gerando impacto positivo até mesmo fora do âmbito do Contorno”, finaliza Bussmann.

OBRAS DO CONTORNO ULTRAPASSAM CINCO MILHÕES DE HORAS-HOMEM SEM ACIDENTES DE TRABALHO

OBRAS DO CONTORNO ULTRAPASSAM CINCO MILHÕES DE HORAS-HOMEM SEM ACIDENTES DE TRABALHO

Controles rigorosos e cooperação de todos foi o que permitiu que a marca, considerada significativa em obras do tipo, fosse atingida

As obras do Contorno Viário de Florianópolis ultrapassaram na última semana a marca de cinco milhões de horas-homem sem acidentes de trabalho com afastamento, o que representa 940 dias ininterruptos. Para o engenheiro Marcelo Módolo, superintendente de investimentos do Contorno, esse índice resulta, entre outros fatores, de um intenso e dedicado sistema de gestão de segurança tanto da Arteris como das contratadas. “A segurança dos colaboradores e usuários das rodovias é o nosso principal valor e, para alcançar essa expressiva marca, muito significativa em uma obra dessa envergadura, temos processos baseados em procedimentos e instruções rigorosas do nosso Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional, que têm como pilar fundamental o comprometimento das lideranças de campo. Podemos citar ainda a dedicação das equipes de segurança da Arteris e também das contratadas, sempre com o mesmo foco”, destaca Módolo.

Para celebrar e compartilhar o marco, além de reforçar as premissas de segurança, foi realizado um “diálogo diário de segurança (DDS)” especial reunindo os cerca de 1.300 colaboradores diretos do Contorno.

Sobre o Contorno

O Contorno Viário de Florianópolis está sendo construído pela Arteris Litoral Sul com o objetivo de desviar o tráfego de longa distância da BR-101, na região de Florianópolis. Os estudos realizados preveem que a rodovia irá proporcionar uma redução significativa na intensidade deste tráfego, melhorando a competitividade logística de Santa Catarina.

Com investimentos, até o momento, superiores a R$ 1 bilhão, o Contorno será uma rodovia classe zero, ou seja, um corredor expresso com velocidade operacional de 100 km/h em todo o percurso, seis acessos por meio de trevos, quatro túneis duplos, sete pontes, mais de 20 passagens em desnível e um total de 50 quilômetros de extensão, dos quais 34 já estão em obras. Saiba mais em www.contornodeflorianópolis.com.br.

ARTERIS APRESENTA ANDAMENTO DAS OBRAS DO CONTORNO PARA PREFEITOS DA GRANDE FLORIANÓPOLIS

ARTERIS APRESENTA ANDAMENTO DAS OBRAS DO CONTORNO PARA PREFEITOS DA GRANDE FLORIANÓPOLIS

Diretoria da concessionária participou na manhã desta sexta-feira (11) de encontro com prefeitos e lideranças da Associação dos Municípios da Região da Grande Florianópolis (GRANFPOLIS)

 As obras do Contorno Viário de Florianópolis estiveram na pauta da assembleia de prefeitos da Associação dos Municípios da Região da Grande Florianópolis (GRANFPOLIS), realizada na manhã da última sexta-feira (11.10). No encontro, os diretores da Arteris apresentaram ao longo de quase duas horas detalhes dos trechos em obras – distribuídos ao longo de 34 quilômetros -, pontos que aguardam aprovações de projetos e conclusão de desapropriações, estes últimos localizados especialmente no Trecho Sul, em Palhoça, além de características da futura rodovia e seus principais números. No final da apresentação, os prefeitos fizeram questionamentos e também discutiram outras obras para melhorar a mobilidade da região.

O prefeito de Biguaçu, Ramon Wollinger, destacou o avanço das obras desde a entrada da nova construtora e salientou que a população está ansiosa para o início da pavimentação asfáltica no trecho que passa pelo município. “Vemos o avanço das obras em Biguaçu e também os 950 trabalhadores que estão atuando no Contorno. Além disso, estamos com uma parceria positiva com a nova construtora, que está fazendo manutenção nas nossas estradas que são usadas como caminho de serviço da obra. A comunidade agora está ansiosa para ver a conclusão da terraplanagem e o início do asfalto”, ressalta o prefeito.

Durante o evento, os prefeitos foram informados que os serviços de engenharia nas obras concentram atividades de pavimentação, geotecnia, terraplenagem, implantação de pontes, viadutos e obras de drenagem. Entre as obras, o destaque atual é o trevo da SC-407 (Biguaçu), uma das seis intersecções do Contorno ao longo de 50 quilômetros, que terá o viaduto liberado até o fim deste ano. Ao todo, o Contorno terá 14 pontes, 20 passagens de nível, seis trevos e quatro túneis duplos, estes últimos com os projetos previstos para serem aprovados nos próximos meses.

TECNOLOGIA PARA ACELERAR A TERRAPLANAGEM

Além do andamento da obra, hoje com frentes simultâneas em 34 quilômetros localizadas nos trechos Intermediário 2 (entre São José e Biguaçu), Intermediário 3 (em São José), intermediário 4 (entre São José e Palhoça), Norte 2 N, Norte C e Norte B (todos em Biguaçu), o engenheiro Marcelo Módolo, superintendente de investimentos do Contorno, apresentou a técnica de geotecnia usada para acelerar o processo de terraplanagem em solo mole, principal característica da região. “O traçado do Contorno Viário atravessa regiões com solos com baixa capacidade de suporte, com espessuras de até 18 metros. Para a aceleração de período de adensamento, que geralmente pode levar até dois anos em função da água presente no subsolo, utilizamos na obra os geodrenos e aplicação de sobrecarga, conseguindo reduzir o período de adensamento entre seis e nove meses”, destacou Módolo.

CONVITE PARA VISITAR AS OBRAS

O diretor de Operações Sul da Arteris, Antonio Cesar Ribas Sass, abriu a apresentação fazendo um convite aos prefeitos para irem conhecer as obras e possam checar in loco os avanços dos últimos meses, além de lembrar a complexidade do empreendimento. “O Contorno é uma das principais obras de infraestrutura do Brasil e é preciso conhecê-la para entender a dimensão de sua importância para região e nosso esforço na implantação de uma rodovia segura e de qualidade. Já investimos mais de R$ 1 bilhão e ainda investiremos muito mais e queremos que todos conheçam a obra, vejam que ela existe e avança em todo os pontos que podemos atuar. Por isso temos reiterado o convite para que os prefeitos e grupos da sociedade façam uma visita ao Contorno”, afirmou o diretor.

Além do Contorno, foi discutida na reunião a formação de um grupo de trabalho entre prefeitos e concessionária para avaliação de projetos que não estão no contrato de concessão e podem melhorar a mobilidade da Grande Florianópolis. Uma reunião técnica neste sentido foi agendada para o próximo dia 18 de outubro.

 

 

TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL SÃO PREMIADOS COM PASSEIO NO PARQUE DA SERRA DO TABULEIRO E PROJETO TAMAR

TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL SÃO PREMIADOS COM PASSEIO NO PARQUE DA SERRA DO TABULEIRO E PROJETO TAMAR

Estudantes de duas escolas, de Governador Celso Ramos e São José, tiveram o passeio como premiação por terem os melhores trabalhos entre as escolas participantes

Cerca de 40 alunos do ensino fundamental da Escola Municipal Professora Alaíde da Silva Mafra, de Governador Celso Ramos, e da Escola de Ensino Fundamental Califórnia, de São José, foram os vencedores dos melhores projetos desenvolvidos em 2018 no âmbito do programa de Educação Ambiental do Contorno Viário. A premiação acontece desde 2015, primeiro ano de implantação do programa, e busca incentivar as escolas e estudantes a criarem ações criativas que envolvam o que foi trabalhado em sala de aula.

Neste ano, os prêmios foram visitas a dois destinos educativos diferentes. A turma da Escola de Ensino Fundamental Califórnia, de São José, fez um passeio na trilha do Centro de Visitantes do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, localizado em Palhoça. Já os alunos da Escola Municipal Professora Alaíde da Silva Mafra, de Governador Celso Ramos, visitaram em Florianópolis o Projeto Tamar, que desenvolve ações de proteção das tartarugas marinhas no Brasil. Os passeios aconteceram no último mês de maio.
Para a professora Maria Alzira dos Santos, da Escola Municipal Professora Alaíde da Silva Mafra, a Educação Ambiental do Contorno contribui para que as crianças cresçam aprendendo a proteger o meio ambiente. “Tanto os projetos desenvolvidos em sala ao longo do ano passado como essa premiação com a visita ao Tamar vão ajudando a construir um senso de conscientização nas crianças.”, destacou a educadora de Governador Celso Ramos.

A professora Geisicleia de Assis Vieira Marques, da Escola de Ensino Fundamental Califórnia, de São José, foi responsável por conduzir os alunos no desenvolvimento de um dos projetos vencedores. Para a professora, todo o trabalho de educação ambiental desenvolvido mostra que quando se faz uma obra como o Contorno não se está simplesmente tirando os recursos do Meio Ambiente, mas também está se executando formas de compensar. “Vemos o trabalho de educação ambiental, os projetos de outros programas, o plantio de mudas e outras ações e isso é repassado aos alunos para que vejam que existe compensação. Além disso, esse passeio de hoje proporciona ensinamento aos estudantes que vão além e complementam aqueles que passamos na escola”, explicou.

A Educação Ambiental do Contorno Viário de Florianópolis é desenvolvida pela equipe de Meio Ambiente da Autopista e pela empresa terceirizada Avistar Engenharia. Este ano, o Programa de Educação Ambiental tem como temática central a Cultura Indígena e os Povos Tradicionais do Brasil. As ações estão sendo desenvolvidas em dez unidades de ensino.

SÍTIO ARQUEOLÓGICO É RESGATADO NO CANTEIRO DE OBRAS DO CONTORNO VIÁRIO DE FLORIANÓPOLIS EM BIGUAÇU

SÍTIO ARQUEOLÓGICO É RESGATADO NO CANTEIRO DE OBRAS DO CONTORNO VIÁRIO DE FLORIANÓPOLIS EM BIGUAÇU

Descoberta de artefatos possivelmente pré-históricos no trecho de Biguaçu foi realizada pela equipe de monitoramento arqueológico da Arteris Litoral Sul

A descoberta de artefatos em pedra, como lascas e pontas de flecha, identificados pela equipe de monitoramento arqueológico da Arteris Litoral Sul, chamou a atenção para a riqueza pré-histórica encontrada em pleno canteiro de obras do Contorno Viário da Grande Florianópolis, no trecho de Biguaçu. Foram coletadas 105 peças em duas áreas mapeadas e monitoradas pela equipe responsável. Foi o segundo trabalho de salvamento arqueológico realizado desde que as obras do Contorno tiveram início. O primeiro ocorreu na região da Pedra Branca, em Palhoça, e resultou na coleta de 130 peças.

O monitoramento arqueológico das obras do Contorno é realizado de forma permanente em áreas com potencial presença de sítios arqueológicos, identificados ainda durante a realização do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) do empreendimento. Antes mesmo do início das obras, na fase de execução do EIA, já haviam sido identificados e resgatados cinco sítios arqueológicos no trajeto.

Segundo a bióloga Daniela Bussmann, coordenadora de Meio Ambiente da Litoral Sul, os arqueólogos envolvidos na construção do Contorno acompanham todas as fases da obra. “Desde antes da supressão até o início das obras, os trechos são minuciosamente monitorados e, se constatada a presença de um sítio arqueológico no local, são iniciados os trâmites para o salvamento, como no caso deste sítio em Biguaçu”, explica. A bióloga ainda complementa que o trabalho se concentra na área delimitada pelos arqueólogos, sem que haja comprometimento do cronograma das obras da rodovia.

O projeto para a execução do salvamento foi encaminhado para apreciação do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), órgão federal responsável pela preservação do patrimônio cultural nacional. Com a autorização do IPHAN em mãos, o trabalho de campo foi realizado entre os meses de dezembro e janeiro. O salvamento do sítio envolveu sete arqueólogos do Grupo de Pesquisa em Educação Patrimonial e Arqueologia (Grupep) da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), contratada pela Arteris Litoral Sul para a execução dos trabalhos. Além disso, alunos dos cursos de História, Geografia e Biologia da universidade são convidados a participar das atividades de campo, como forma pedagógica para entenderem o processo de resgate arqueológico.

Materiais coletados remontam a períodos pré-históricos

Conforme explica um dos coordenadores do resgate do sítio em Biguaçu, o arqueólogo Geovan Martins Guimarães, os artefatos encontrados estão ligados à presença de grupos pré-históricos portadores da tradição de produção artefatual Umbu, cujos registros oficiais, em Santa Catarina, datam de 12 mil anos atrás. Eles são conhecidos como povos pré-históricos que adentraram o território catarinense pela região do Vale do Rio Uruguai, pré-ceramistas – anteriores à descoberta da cerâmica – e tidos como os ancestrais mais antigos que se tem conhecimento no Estado. Devido ao meio que utilizavam para sobreviver, foram denominados como caçadores-coletores.

Geovan ainda explica que os povos caçadores-coletores não se fixavam em um único local, mantinham uma vida itinerante, circulando por um território maior em busca de novas possibilidades de caça de animais, coleta de frutos e áreas para extração de matéria-prima para a produção de artefatos, além de organizarem-se em pequenos grupos. “Estamos na fase de análise dos artefatos achados para termos maior precisão de a qual período pertenceram”, completa Geovan.

Como é feito o trabalho

O sítio arqueológico resgatado foi identificado em uma área de aproximadamente um hectare no bairro Rússia, em Biguaçu, e é composto por duas áreas de concentração de materiais. Foram aplicadas metodologias de pesquisa consolidadas para escavação arqueológica, como quadriculamento, decapagem, peneiramento, identificação, documentação e registros in loco dos artefatos descobertos. Após o trabalho de campo, com a documentação e resgate de artefatos, o estudo passa para a parte laboratorial, com a análise tecno-tipológica das peças e datação em carbono 14. Ao final do processo, as peças passarão a compor o acervo do Grupep da UNISUL.

ESCOLAS DE PALHOÇA RECEBERÃO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL DO CONTORNO VIÁRIO

ESCOLAS DE PALHOÇA RECEBERÃO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL DO CONTORNO VIÁRIO

Mais de três mil alunos e 400 professores já foram contemplados com as ações de conscientização sobre patrimônio cultural e arqueológico

Duas escolas do município de Palhoça receberão em 2019 as ações do Programa de Educação Patrimonial do Contorno Viário de Florianópolis. Estima-se que 130 estudantes sejam alcançados pelas atividades. Desde o início do Programa, em 2014, doze escolas foram atendidas nos municípios de Governador Celso Ramos, Biguaçu, São José e Palhoça, envolvendo um total de 3.187 alunos e 472 professores. O objetivo é estimular a reflexão sobre o patrimônio cultural e arqueológico da Grande Florianópolis e, consequentemente, seu reconhecimento e valorização.

As ações realizadas vão desde aulas expositivas até oficinas práticas e abordam temas como pesquisa arqueológica, arqueologia regional de Santa Catarina, patrimônio cultural material e imaterial, povos indígenas, entre outros. Em 2019, é prevista uma intensificação das atividades práticas, como oficinas de cerâmica, pigmentos tradicionais indígenas e inventário cultural, que poderá abordar temas relacionados a comidas, lendas ou rezas locais. As escolas atendidas serão definidas pela Secretaria Municipal de Educação.

Antes de iniciar a execução das atividades, os alunos são convidados a confeccionarem desenhos sobre a temática, para que a equipe responsável possa avaliar o grau de conhecimento prévio que eles têm sobre o assunto e considerar isso no desenvolvimento das ações. Ao final do ano, os alunos elaboram um novo desenho e a comparação dos trabalhos é um dos instrumentos de avaliação sobre a compreensão e apropriação dos temas abordados.

Daniela Bussmann, Coordenadora Ambiental da Arteris Litoral Sul, empresa responsável pelas obras do Contorno Viário, aponta que a mudança de postura nos educandos e docentes já atendidos pelo Programa é perceptível e corresponde às expectativas da empresa. “Os estudantes passam a observar o patrimônio não somente como algo físico e sem valor, mas como parte de sua história, algo que precisa ser preservado, valorizado e divulgado. Os docentes, por sua vez, passam a utilizar em sala de aula os materiais cedidos pelos educadores patrimoniais, como forma de continuar o processo de conscientização dos educandos, e assimilam diversas estratégias que podem ser utilizadas em suas disciplinas para que a abordagem da Educação Patrimonial nas escolas seja efetiva e permanente”, ressalta.

 

TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO CONTORNO SÃO PREMIADOS

TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO CONTORNO SÃO PREMIADOS

Premiação ocorre todos os anos e celebra o melhor trabalho desenvolvido por turma que recebeu a educação ambiental do Contorno

O Grupo Escolar Najla Carone Guedert, de Palhoça, e o CEM Santa Terezinha, de sãoJosé, foram os vencedores do melhor projeto de Educação Ambiental desenvolvido em 2017. A ideia é incentivar as escolas e estudantes a criarem ações criativas que envolvem o que foi trabalhado em sala de aula.

A premiação deste ano foi um passeio educativo na trilha do Centro de Visitantes do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.  Os alunos das turmas vencedoras de cada escola puderam fazer a trilha acompanhada de uma guia, conheceram as pesquisas que são desenvolvidas no local e as espécies de plantas e animais da Mata Atlântica.

A professora do Grupo Escola Najla Guedert, Graziela Cardoso, afirma que a premiação e as atividades ao longo do ano deixaram os alunos muito empolgados. “Com o trabalho de Educação Ambiental, muda a rotina das atividades e eles ficam mais motivados, empenhados e gostam de fazer a diferença. O trabalho da Litoral Sul é diferenciado, pois envolve não só os alunos, mas a comunidade e as famílias. O assunto na escola por um bom tempo será este passeio”, afirmou.

Para os pequenos, o passeio foi cheio de novidades: “Gostei muito de ver as antas. Nesse passeio a gente consegue ver a natureza de perto”, disse Isabele da Silva Coelho, 8 anos”. “Muito legal, porque hoje aprendemos sobre as árvores daqui e também que são feitas pesquisas sobre os animais”, lembrou Vitor Hugo Farias, 9 anos, ambos  da escola de Palhoça.

TRABALHADORES DO CONTORNO PARTICIPAM DE OFICINA DE INDIGENISMO

TRABALHADORES DO CONTORNO PARTICIPAM DE OFICINA DE INDIGENISMO

Atividade é destinada aos trabalhadores da obra, incluindo encarregados e engenheiros e faz parte do Subprograma de Comunicação Social do Componente Indígena do Plano Básico Ambiental do Contorno Rodoviário de Florianópolis

No dia 15 de outubro, 25 trabalhadores do Contorno que estão atuando nas melhorias dos acessos das aldeias indígenas vizinhas das obras da nova rodovia participaram de uma Oficina de Indigenismo, atividade prevista no Subprograma de Comunicação Social do Componente Indígena do Plano Básico Ambiental do Contorno Rodoviário de Florianópolis. A ação é destinada aos trabalhadores da obra, incluindo encarregados e engenheiros.

O evento teve início com a exibição do vídeo “Equívoco 1: os índios estão acabando”, da série “Índio Presente”, do canal TV Futura (http://www.futuraplay.org/serie/indio-presente/), sobre a falsa ideia de que os povos indígenas já não mais existem no Brasil.  Na segunda parte da atividade, o monitor de comunicação da aldeia de Itanhaém, Afonso Mendes, compartilhou  com os presentes um pouco da realidade e do modo de vida Guarani. Os presentes fizeram perguntas sobre dúvidas e curiosidades, destacando as transformações que aconteceram ao longo dos últimos séculos não só no jeito de ser indígena como também do não indígena.

Ao todo, estão previstas oito oficinas sobre indigenismo voltada aos trabalhadores durante o período de obras e, com a atividade do dia 15 de outubro, foram realizadas quatro até o momento. Além disso, está em fase de produção um livreto sobre a temática indígena destinado aos trabalhadores. Os trabalhadores se mostraram receptivos à atividade e atentos durante a exibição do vídeo e conversa com o monitor indígena de Comunicação.

 

LITORAL SUL DOA MUDAS PARA RECUPERAÇÃO AMBIENTAL

LITORAL SUL DOA MUDAS PARA RECUPERAÇÃO AMBIENTAL

As 50 mudas nativas doadas são provenientes do Programa de Resgate de Flora das obras do Contorno Viário de Florianópolis.

Jerivá, Carobinha, Timbaúva e Pitangueira são algumas das espécies nativas das 50 mudas doadas pela Litoral Sul destinadas a recuperar uma área no município de Águas Mornas, na região da Grande Florianópolis. No local, estavam plantadas árvores de pinus, espécie que não é pertencente ao ecossistema da Mata Atlântica e prejudica o desenvolvimento da flora nativa.

As mudas doadas pela concessionária são produzidas no âmbito do Programa de Resgate de Flora do Contorno Viário de Florianópolis, que tem como uma das atividades a coleta de sementes de árvores (resgate de germoplasma) que são retiradas em função da construção da rodovia. O trabalho é muito importante, pois resguarda amostras significativas da diversidade da flora da região e ainda gera a produção de mudas, como as doadas para recuperação ambiental.

O plantio das mudas em Águas Mornas será acompanhado pela equipe de flora e mensalmente será realizado o monitoramento para verificar o desenvolvimento das plantas.

 

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA REVELA RIQUEZA DA FAUNA PRESENTE NA REGIÃO DA GRANDE FLORIANÓPOLIS

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA REVELA RIQUEZA DA FAUNA PRESENTE NA REGIÃO DA GRANDE FLORIANÓPOLIS

Mostra sediada no Continente Shopping, em São José, revela fauna monitorada desde 2014 na região das obras do Contorno Viário de Florianópolis

O olhar atento de biólogos que vão a campo em vários pontos ao longo da região vizinha às obras do Contorno Rodoviário de Florianópolis pode ser contemplado na mostra fotográfica Nossa Fauna, em exibição no Continente Shopping, em São José, até o dia 16 de Julho.

As 11 fotos que compõem o acervo da exposição revelam a riqueza da fauna presente na mata da região, marcada pela presença de animais muitas vezes não conhecidos da população. A exposição reúne registros fotográficos de biólogos realizados desde 2014 durante o trabalho de execução do Programa de Monitoramento de Fauna e Bioindicadores das obras, que compõe o Plano Básico Ambiental (PBA) do Contorno, composto de 13 programas no total.

Durante a execução do PBA, que observa o comportamento de animais de diversas espécies e analisa a relação da fauna com as etapas nova rodovia em construção, as equipes catalogam os diferentes tipos de fauna nativa e depois acompanham sua evolução. Por ano, são realizadas quatro campanhas para cada um dos grupos (avifauna, herpetofauna, mastofauna e ictiofauna), uma em cada estação do ano, uma vez que as caraterísticas e hábitos dos animais modificam-se com o clima. No trabalho de campo, momento em que os registros da exposição foram feitos, as equipes se embrenham mata dentro por um período de 16 dias para estudar mamíferos, aves, repteis, anfíbios etc., levantando dados sobre o ecossistema local.

SERVIÇO

O que: Mostra Fotográfica Nossa Fauna

Onde: Continente Shopping

Endereço: BR-101 SC, KM 211, esquina com a Rodovia SC 407 – Distrito Industrial, São José – SC

Período de Exposição: até 16 de Julho

Quanto: Gratuito

Sobre o Contorno Viário de Florianópolis

O Contorno Viário de Florianópolis é importante não só para a região da Grande Florianópolis, mas também para toda região Sul do país e para o Mercosul. A nova rodovia terá 50 quilômetros de pista dupla, passando por Governador Celso Ramos, Biguaçu, São José e Palhoça e, segundo estudos, irá desviar 20% do tráfego da BR-101/SC na região da Capital Catarinense. Atualmente, a concessionária trabalha em 36 dos 50 quilômetros, com obras nos Trechos Norte e Intermediário.

 A realização do Programa de Monitoramento da Fauna e Bioindicadores do Contorno Rodoviário de Florianópolis é uma medida de compensação exigida pelo licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama.