Arteris Litoral Sul realiza desmonte de rochas necessários à construção do Contorno Viário nesta sexta-feira

Arteris Litoral Sul realiza desmonte de rochas necessários à construção do Contorno Viário nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira, 17 de janeiro de 2020, a Construtora Camargo Corrêa Infra, contratada da Arteris Litoral Sul para a execução das obras do Contorno Viário de Florianópolis, realizará, às 16h, a atividade de detonação de rochas no Km 220, nas proximidades do bairro São Sebastião. As propriedades particulares próximas à área serão evacuadas a partir das 15h, com o auxílio da equipe de segurança do trabalho e meio ambiente da construtora.

As atividades de detonação de rocha necessárias para a implantação do Contorno Viário de Florianópolis são realizadas desde março de 2016, e já movimentaram 415 milhões m³ de rocha até o momento.

Atenção comunidade! É proibido trafegar sem autorização nas pistas em construção do Contorno Viário de Florianópolis. Não há segurança adequada para usuários nesta fase de obras.

Quer saber mais?

Em caso de dúvidas sobre as detonações de rochas, a Arteris dispõe do número 0800 7251 771 (atendimento geral). Além disso, para saber mais sobre os resultados pode acompanhar as publicações neste espaço de notícias do site.

 

ALUNOS DE ENGENHARIA DA UNIVALI DE SÃO JOSÉ RECEBEM PALESTRA SOBRE AS OBRAS DO CONTORNO VIÁRIO

ALUNOS DE ENGENHARIA DA UNIVALI DE SÃO JOSÉ RECEBEM PALESTRA SOBRE AS OBRAS DO CONTORNO VIÁRIO

Em evento da semana acadêmica, estudantes da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) tiveram a oportunidade de tirar dúvidas com o superintendente do Contorno

No dia 25 de junho, cerca de 20 estudantes dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Elétrica do campus de São José da Univali participaram de uma palestra sobre as obras do Contorno Viário de Florianópolis. O superintendente de investimentos do Contorno, Marcelo Módolo, apresentou o histórico, as características, andamento e desafios das obras da futura rodovia, além de responder às dúvidas dos alunos e professores.

Para a professora Denise Kronbauer, coordenadora dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Elétrica da instituição, este tipo de atividade é enriquecedora para os estudantes. “Os alunos hoje conseguiram ver um pouco na prática aquilo que estudam na teoria. Além disso, pela obra ser nossa vizinha e estar aqui ao lado fica ainda mais importante sabermos a dimensão do empreendimento e o que está acontecendo”, destaca a professora.

Marcelo Módolo explicou que no segundo semestre, quando o clima na região é mais seco, a ideia é abrir novamente a obra para visitas de grupos e assim colocar os estudantes em contato direto com as soluções de engenharia. “Já fizemos em outras ocasiões e pretendemos retomar as visitas para mostrar as técnicas utilizadas de acordo com as características do solo e projetos”, afirma o superintendente de investimentos do Contorno.

ESCOLA DE BIGUAÇU RECEBE MUDAS NATIVAS DA REGIÃO DO CONTORNO PARA RECUPERAÇÃO AMBIENTAL

ESCOLA DE BIGUAÇU RECEBE MUDAS NATIVAS DA REGIÃO DO CONTORNO PARA RECUPERAÇÃO AMBIENTAL

Escola Básica Municipal Professor Donato Alípio de Campos recebeu as mudas da Arteris Litoral Sul. Alunos e professores participaram do plantio

Por uma iniciativa da Fundação Municipal de Meio Ambiente de Biguaçu (FAMABI) e de professores e diretores da Escola Professor Donato Alípio de Campos, localizada no bairro Prado, em Biguaçu, um terreno vizinho à instituição de ensino foi recuperado com 40 mudas doadas pela Arteris Litoral Sul. O material doado é resultado de semeadura e de mudas resgatadas de áreas que deram espaço à construção do Contorno Viário de Florianópolis.

A recuperação foi feita durante uma atividade escolar realizada no fim de fevereiro e contou com participação direta no plantio de alunos, professores, Arteris Litoral Sul e FAMABI.

Daniela Bussmann, coordenadora de Meio Ambiente das obras do Contorno, ressalta que esse tipo de doação cumpre um papel tão importante quanto o da recuperação ambiental da área. “Esse tipo de ação feita em uma escola e com a participação de alunos e professores é um ganho imensurável para o meio ambiente. O trabalho de recuperação não é somente daquelas mudas que irão crescer e restaurar naturalmente o ambiente degradado, mas da conscientização, da educação que esses alunos estão levando pra casa. Ficamos muito satisfeitos em doar as mudas para este fim”, salientou a bióloga.

As 40 mudas destinadas englobam sete espécies: jerivá – Syagrus romanzoffiana, palmito-juçará – Euterpe edulis, ingá-ferradura – Inga sessilis, pau-angelim – Andira fraxinifolia, canjerana – Cabralea canjerana, pitangueira – Eugenia uniflora e seca-ligeiro – Pera glabrata.

 

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA INDÍGENA REVELA COTIDIANO DO POVO GUARANI NA REGIÃO DA GRANDE FLORIANÓPOLIS

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA INDÍGENA REVELA COTIDIANO DO POVO GUARANI NA REGIÃO DA GRANDE FLORIANÓPOLIS

Mostra acontece no Continente Shopping, em São José. Atividade é parte do Componente Indígena do Plano Básico Ambiental do Contorno Viário de Florianópolis

A mostra fotográfica Aranduá traz imagens produzidas por indígenas de dez comunidades Guarani localizadas nos municípios de Palhoça, Biguaçu e Canelinha, na Grande Florianópolis. Na abertura da exposição, que ficará disponível entre os dias 23 de janeiro e 18 de fevereiro, haverá uma roda de conversa com os autores das 27 obras expostas. A mostra é resultado de uma oficina de fotografia que aconteceu dentro e fora das comunidades no âmbito do processo de licenciamento ambiental do Contorno Rodoviário de Florianópolis, como uma das medidas de compensação relativas aos impactos da obra.

OLHAR INDÍGENA

Muitos dos não indígenas não sabem da existência dessas comunidades tão próximas de suas casas e da capital Florianópolis. Dessa forma, a exposição é um convite para passear um pouco pela cultura Guarani, quase sempre invisível aos olhos das sociedades urbanas contemporâneas. Aranduá significa conhecimento/sabedoria na língua Guarani e expressa  exatamente o que se objetiva repassar: o conhecimento sobre a presença desse povo que possui características únicas em sua organização social, cultura religião e língua, possibilitando o protagonismo dos Guarani como fotógrafos singulares, capturando as imagens de fragmentos dos seus modos de vida.

SERVIÇO

O que: Abertura da Mostra Fotográfica Indígena Aranduá

Onde: Continente Shopping, em frente à loja Kalunga

Endereço: BR-101 SC, KM 211, esquina com a Rodovia SC 407 – Distrito Industrial, São José – SC

Quando: Abertura no dia 23/01, às 17h – Período de Exposição: 23/01 a 18/02

Quanto: Gratuito

O empreendimento é de responsabilidade da Arteris Litoral Sul e o processo de licenciamento ambiental da obra é conduzido pelo IBAMA e pela Funai e os programas socioambientais que compõem o Plano Básico Ambiental Indígena são desenvolvidos pela MPB Engenharia.

O Componente Indígena do Plano Básico Ambiental (CI-PBA) é um programa integrante do processo de Licenciamento Ambiental do Contorno Viário de Florianópolis que compreende *10 comunidades indígenas da região da Grande Florianópolis. As medidas que estão sendo colocadas em prática têm o objetivo de evitar, reduzir e compensar impactos socioambientais da implantação e operação da nova rodovia sobre estas comunidades indígenas na área de influência do empreendimento.

* Áreas indígenas que compõem o CI-PBA: M’biguaçu, Morro dos Cavalos, Amaral, Itanhaém, Massiambu, Praia de Fora , Cambirela, Amâncio, Canelinha e Praia de Fora 1.

 

ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA VISITAM AS OBRAS DO CONTORNO VIÁRIO DE FLORIANÓPOLIS

ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA VISITAM AS OBRAS DO CONTORNO VIÁRIO DE FLORIANÓPOLIS

Estudantes da graduação e pós-graduação da área de engenharia civil da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizaram uma visita de estudos às obras do Contorno Viário de Florianópolis no dia 17 de dezembro.

O grupo de 40 acadêmicos, acompanhado por professores e profissionais da Litoral sul, percorreu as obras desde o Trecho Intermediário até o Trecho Norte C, localizado em Biguaçu, tendo a oportunidade de observar de perto a dinâmica de uma obra de grande porte como o Contorno.

“A maioria dos alunos já passou o ciclo básico e agora está nas disciplinas mais práticas como estradas, obras de terra e fundações. Estão vindo em um momento certo, pois viram o teórico e agora veem a prática” explica o professor Marcos  Noronha, do departamento de Engenharia Civil da UFSC. “Ainda mais num dia como hoje, depois de uma enxurrada, quando se aprende muito vendo a obra com estes imprevistos” conclui.

A primeira parte da visita foi uma apresentação detalhada sobre o projeto e o andamento das obras do Contorno, que hoje empregam mais de 600 profissionais e, ao todo, irá gerar 2.500 empregos. Durante a apresentação, que aconteceu na sede da Autopista Litoral Sul, em São José, o Superintendente de Investimentos do Contorno Viário e também engenheiro civil, Marcelo Modolo explicou as técnicas que estão sendo empregadas na construção do Contorno, mostrou mapas e dados de obras de arte de engenharia, além de imagens aéreas que mostram a evolução das obras. Na visita a campo, os estudantes seguiram o percurso da obra em um ônibus, parando na localidade de Três Riachos, em Biguaçu e tirando as dúvidas sobre a terraplanagem e, a técnica de geodreno.

Chamou atenção dos futuros engenheiros o tamanho da estrutura, equipamentos, número de trabalhadores e a logística envolvida na obra.  “Gostei muito. Eu nunca havia visitado uma obra desse porte, com todos esses equipamentos e essa equipe profissional. Para mim foi muito interessante, principalmente ver na prática, na obra, aquilo que foi mostrado na apresentação do projeto”, relata Duane Silveira, aluna da 7ª fase de Engenharia Civil.

“Muitas vezes a gente não tem conhecimento de todo trabalho em equipe que precisa ser feito, das dificuldades – como o clima, o impacto das chuvas na terraplenagem, por exemplo – e como isso afeta o planejamento geral da obra” complementa Humberto Sales, também da 7ª fase.  “Notamos a preocupação e as ações relacionadas às questões de segurança, controles e qualidade com que é conduzida a obra. Eu e vários colegas tivemos essa percepção, por exemplo, ao comparar com visitas a outras obras, principalmente quando são obras com controle público, onde a dinâmica é bem diferente”, completa.

Já Guilherme Silva, mestrando de Engenharia de Transportes considera que a visita foi relevante tanto para o aprendizado dos alunos como para compreender a dimensão da importância de uma obra com essa no contexto da sociedade, “é importante para a sociedade conhecer uma obra que ainda irá salvar muitas vidas no trânsito”, diz.

OFICINAS DE CERÂMICA GUARANI SÃO REALIZADAS EM ESCOLAS NA REGIÃO DO CONTORNO RODOVIÁRIO DE FLORIANÓPOLIS

OFICINAS DE CERÂMICA GUARANI SÃO REALIZADAS EM ESCOLAS NA REGIÃO DO CONTORNO RODOVIÁRIO DE FLORIANÓPOLIS

Atividade é parte do Programa de Educação Patrimonial e ocorre em paralelo ao Programa de Monitoramento Arqueológico na região das obras

Cerca de 340 estudantes, de 6º ao 9º ano da rede municipal de ensino do municípios de Governador Celso Ramos, Biguaçu, São José e Palhoça, participaram das “Oficinas de Cerâmica Guarani”, ministradas pelo educador patrimonial Cauê Cristiano Cardoso, com apoio da profissional de comunicação Raquel Schwengber, a cientista social Tade Ane de Amorim e o historiador Rodrigo Pereira Vieira.

O Programa de Educação Patrimonial ocorre no decorrer de toda a obra do Contorno Rodoviário de Florianópolis, em paralelo com os estudos arqueológicos. E mais que isso, é responsabilidade social assumida pela Arteris, como forma de colocar os estudantes da região em contato com os saberes que fazem parte da cultura local pretérita.

Na oficina, os alunos aprenderam, passo a passo, a confecção de potes feitos de argila, utilizando técnicas idênticas às das cerâmicas produzidas pelos “Guarani”, obtidas pela arqueologia experimental – método de estudo que visa produzir resultados técnicos com base na reprodução de gestos e objetos, testando matérias-primas e processos de produção.

Através da “gestualidade guarani”, a vivência objetivou trabalhar, de forma lúdica, um dos saberes de um povo originário, a fim de desconstruir preconceitos étnicos.

A princípio, realizou-se aula expositiva, com apresentação de slides, para ilustrar a explanação, e argila hidratada para demonstrar o manuseio da pasta cerâmica. Tais ferramentas educativas foram aplicadas com o intuito de mostrar aos alunos todas as fases de produção da cerâmica Guarani. Explicou-se desde a extração da argila e sua manipulação às diferentes técnicas de confecção e decoração e, por fim, secagem e queima do material. Infelizmente, não foi possível realizar a última fase do processo, como teria sido feito originalmente, pois isso dependeria de volumosa fogueira – inviável nas escolas.

Como alternativa, apresentou-se a solução de secagem total das peças, em locais abrigados do sol e do vento, para evitar que rachassem –  processo que pode variar de vinte a trinta dias. Depois, o material produzido pelos estudantes foi pintado com guaxe e envernizado com cola branca à base de água. Dessa forma, não se obtiveram potes cerâmicos, mas, sim, peças de argila seca com boa durabilidade.

RESULTADO DE DETONAÇÕES DE ROCHAS – CONTORNO DE FLORIANÓPOLIS – PONTO CO-06 DETONAÇÃO 10

RESULTADO DE DETONAÇÕES DE ROCHAS – CONTORNO DE FLORIANÓPOLIS – PONTO CO-06 DETONAÇÃO 10

Este relatório apresenta os resultados do monitoramento para ruídos e vibrações, produzidas na detonação a céu aberto, ocorrida no dia 03/03/2017.

DADOS GERAIS

Data:03/03/2017
Local:CO-06 (km 220+100)
Bairro| Cidade | Estado:São Sebastião – Palhoça/SC
Horário:16h12min40s

VERIFICAÇÃO DE ULTRALANÇAMENTO

Raio de Segurança:400 metros
Perímetro de evacuação:  450 metros
Distância de lançamento:60 metros
Resultado:   Não houve ultralançamentos

MONITORAMENTO DE RUÍDO 

Distância da medição do ruído:450 metros
Pressão acústica Registrada:111 decibéis
Resultado:Abaixo do limite (referência: 134 decibéis)

MONITORAMENTO DAS VIBRAÇÕES

Resultado:1,33 mm/s – abaixo dos limites definidos

Quer saber mais?

 Em caso de dúvidas sobre as detonações de rochas, a Autopista dispõe do número 0800 7251 771 (atendimento geral). Além disso, quem quiser saber mais sobre os resultados pode acompanhar as publicações neste espaço de notícias do site.

RESULTADO DE DETONAÇÕES DE ROCHAS – CONTORNO DE FLORIANÓPOLIS – PONTO CO-06 DETONAÇÃO 8

RESULTADO DE DETONAÇÕES DE ROCHAS – CONTORNO DE FLORIANÓPOLIS – PONTO CO-06 DETONAÇÃO 8

Este relatório apresenta os resultados do monitoramento para ruídos e vibrações, produzidas na detonação a céu aberto, ocorrida no dia 24/02/2017.

DADOS GERAIS

Data: 24/02/2017
Local: CO-06 (km 220+100)
Bairro| Cidade | Estado: São Sebastião – Palhoça/SC
Horário: 16h11min57s (horário de verão)

VERIFICAÇÃO DE ULTRALANÇAMENTO

Raio de Segurança:400 metros
Perímetro de evacuação:  450 metros
Distância de lançamento:40 metros
Resultado:   Não houve ultralançamentos

MONITORAMENTO DE RUÍDO 

Distância da medição do ruído:120 metros
Pressão acústica Registrada:133 decibéis
Resultado:Abaixo do limite (referência: 134 decibéis)

 

MONITORAMENTO DAS VIBRAÇÕES 

Resultado:11,37 mm/s – abaixo dos limites definidos

Quer saber mais?

Em caso de dúvidas sobre as detonações de rochas, a Autopista dispõe do número 0800 7251 771 (atendimento geral). Além disso, quem quiser saber mais sobre os resultados pode acompanhar as publicações neste espaço de notícias do site.

RESTAURAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA REALIZADA PELA AUTOPISTA LITORAL SUL INTEGRA PUBLICAÇÃO APRESENTADA EM CONFERÊNCIA DA BIODIVERSIDADE

RESTAURAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA REALIZADA PELA AUTOPISTA LITORAL SUL INTEGRA PUBLICAÇÃO APRESENTADA EM CONFERÊNCIA DA BIODIVERSIDADE

Recuperação de 350 hectares de área do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro – medida compensatória pelas obras do Contorno Viário de Florianópolis – está entre os destaques da 88ª edição da Série Técnica da Convenção para Diversidade Biológica.

Os trabalhos de restauração da Mata Atlântica na área da Baixada do Maciambu, no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (PEST), foram abordados no artigo “Os benefícios da conservação da natureza baseada em restauração compensatória na Mata Atlântica brasileira” (tradução livre), publicado em dezembro na 88ª edição da Série Técnica da Convenção para Diversidade Biológica – CDB. A apresentação da publicação se deu durante a 13ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica (CBD), no México. A ação de recuperação, de responsabilidade da Autopista Litoral Sul, é medida compensatória pelas obras de construção do Contorno Viário de Florianópolis.

O artigo, elaborado pela Sociedade Proteção da Vida Silvestre e Educação Ambiental (SPVS), destaca a recuperação e proteção da Mata Atlântica no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. A princípio, a determinação seria a restauração de uma área de 83,26 hectares, mas a concessionária optou por ir além e restaurar 350 hectares. Também está previsto o plantio de mais de 20 espécies nativas, trabalho que deve iniciar no primeiro trimestre deste ano.

A publicação propõe modelos para envolvimento do setor privado em iniciativas de conservação da natureza, usando como exemplo o sucesso da parceria entre a Autopista Litoral Sul e a SPVS. No total, mais de 600 hectares de áreas na Mata Atlântica serão protegidos através dessa iniciativa.

O artigo está disponível na íntegra, entre as páginas 99 e 106, a partir da versão eletrônica da publicação, que pode ser acessada no website da CBD (link) ou da SPVS (link).

 

 

AUTOPISTA INICIA TRABALHO DE RECUPERAÇÃO DE 350 HECTARES NO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO

AUTOPISTA INICIA TRABALHO DE RECUPERAÇÃO DE 350 HECTARES NO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO

A ação é uma das medidas compensatórias das obras do Contorno Viário de Florianópolis.

A Autopista Litoral Sul iniciou no último mês de novembro o trabalho de controle de pinus (Pinus SP) – vegetação exótica invasora da Mata Atlântica – na área da Baixada do Maciambu, no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (PEST). A ação consiste na retirada de pinus que, por ser exótico, ou seja, não é comum ao habitat local, prejudica as espécies nativas tanto de flora como de fauna.

A atividade integra a recuperação de 350 hectares do PEST, a maior unidade de conservação de proteção integral do estado, e está sendo feita pela Autopista como medida compensatória pelas obras do Contorno Viário de Florianópolis. A determinação seria de recuperar uma área de 83,26 hectares, mas a concessionária optou por ir além e restaurar os 350 hectares. Também está previsto o plantio de mais de 20 espécies nativas, trabalho que deve iniciar no primeiro trimestre de 2017. A área escolhida, na Baixada do Maciambu, foi apontada pela Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (FATMA) como de relevante importância ecológica e geológica, além de já ter sofrido muito com a ação humana.

A coordenadora de meio ambiente da Autopista, Daniela Bussmann, ressalta que a restauração da Baixada do Maciambu é muito importante. “Todos os esforços aplicados na região são de grande valia para a conservação do ecossistema mata atlântica e irão potencializar os benefícios para o meio ambiente, garantindo habitat para espécies raras ou ameaçadas da fauna e da flora”, explicou a bióloga.

Diversas técnicas são usadas na recuperação

Neste primeiro mês, os trabalhos foram de treinamento da equipe envolvida, incluindo funcionários do parque, e também a supressão de 1275 unidades de pinus. A espécie, nativa da América do Norte, é responsável por dificultar a regeneração da vegetação nativa.

Para fazer a supressão são utilizadas técnicas específicas e o trabalho tem sido monitorado diariamente. Uma das técnicas usadas foi o “arranquio” da regeneração natural, que é a retirada da planta do solo com a raiz; também foi feito o corte raso de árvores já adultas e o anelamento de algumas árvores, que consiste na retirada de parte da casca para causar a morte da árvore. Também foram construídas as galharias, feitas com os galhos advindos do controle e que, secas, servirão de poleiros para os pássaros nativos ou amontoados, como ilhas para abrigo da fauna rasteira.

A previsão é que a recuperação – entre execução e monitoramento – dure cerca de cinco anos.